Chega uma hora na vida que a gente percebe que mudanças realmente existem e, quando nos damos conta, nossas roupas não são mais as mesmas, nossas músicas não são mais as mesmas, nossas saudades não são mais as mesmas.
Chega uma hora que a gente começa a perceber que a preguiça não é simplesmente um ato de comodismo, e sim um sinal de onde o nosso corpo não quer estar.
Convenhamos, ninguém tem preguiça de ser feliz. Ninguém tem preguiça do que faz feliz.
Chega uma hora que a gente cansa. Cansa de procurar o nosso lugar, seja em uma casa, uma sociedade ou em um grupo de amigos. E, sinceramente, isso está longe de ser preguiça. É apenas o início de um entendimento.
De que não adianta buscar, se não nos conhecemos o suficiente para saber o que queremos encontrar?